terça-feira, 19 de abril de 2016

Thaíde e Mariana Weickert têm seus caminhos cruzados pela televisão






De origens distintas e com projetos paralelos, os repórteres de 'A Liga' não pretendem desistir do que é essencial: aproveitar as oportunidades e ser feliz










É intrigante como, por vezes, as histórias e as trajetórias de vida das pessoas, apesar de parecerem muito distantes, sem um elo visível que possa conectá-las, acabam se justapondo e, no fim, convergem ao mesmo desenlace.

Altair Gonçalves, o Thaíde, 48 anos, nasceu e foi criado na periferia de São Paulo. Nas décadas de 1980 e 1990, venceu as desfavoráveis estatísticas e, ao lado do parceiro DJ Hum, tornou-se um dos alicerces do movimento hip hop paulistano, emplacando sucessos como Senhor Tempo Bom. Um convite da MTV, no início dos anos 2000, o levou à televisão - de onde nunca mais saiu - para comandar o programa Yo!, voltado à música negra.

Em outro extremo está Mariana Weickert, 34 anos, descendente de alemães e concebida sob o conforto de uma família de classe média de Blumenau, em Santa Catarina. A beleza e a altura - 1,81 metro - logo chamariam a atenção de muita gente. Virou modelo. Andou por Milão, Paris, Londres e Nova York. Em 2004, voltou ao Brasil para se dedicar a outra carreira: a da televisão. Na mesma MTV de Thaíde. De lá para cá, alçou voos mais altos, na TV aberta e fechada.

Em 2010 e 2013, respectivamente, Thaíde e Mariana foram contratados para serem repórteres de A Liga, da Band. Após substituições na atração e inúmeros episódios, ambos foram ficando, ficando, e agradando, cada um à sua maneira. Na noite desta segunda-feira, 18, às 22h45, os dois estrelam a sexta temporada do jornalístico. Só que, agora, são eles os grandes protagonistas do programa. E, juntos, vivenciam mais essa experiência, compartilham dilemas e também sonhos. Sonhos de quem já andou por aqui, por lá, e não pretende desistir de ser feliz.

"A gente nasce pra ser feliz. No meio do caminho, encontramos coisas que nos deixam decepcionados, tristes, mas a base do ser humano é ser feliz", filosofa Thaíde. E ele encontra a felicidade no trabalho. Nos sete dias da semana, o rapper e apresentador tem atividades a cumprir: gravar uma pauta para a TV, ensaiar num estúdio, fazer um show. Melhor assim: "Se um trabalho é bom, dois é melhor. E eu não posso dispensar nem um, nem outro", conta o rapper.

Mariana Weickert também tem dois empregos: além de ser repórter em A Liga, ela apresenta um programa de moda no canal GNT, da TV paga, onde, segundo ela, a relação é mais orgânica. Muito diferente dos desafios impostos pelo jornalístico da Band. São como dois mundos. "É muito antagônico. Na temporada passada e retrasada, eu gravava os dois simultaneamente e isso me enlouqueceu. Era difícil administrar. Em um mundo, eu ia de camiseta, sem maquiagem, podrona, vivendo aquilo. No outro, tinha figurino, maquiador. E eu comecei a me questionar", relata a modelo.

Se no começo do programa Mariana era criticada por chorar muito e se emocionar facilmente, seguir como protagonista da atração não funciona como uma espécie de aprovação. "Dá um gostinho de vitória pessoal, mas nunca tive que provar que eu sou isso, não sou aquilo. No começo, eu não entendi que A Liga seria um divisor de águas na minha vida. Hoje, eu enxergo o mundo de uma maneira diferente", confessa Weickert, que emenda: "Os dois trabalhos me alimentam, mas, apesar da correria, por enquanto não tive de fazer nenhuma escolha".

Thaíde também não pensa em escolher entre a TV e a música, apesar de acharem que ele optou pela telinha. "A minha situação de músico nunca vai ser superada por qualquer outro tipo de profissão. O que acontece é que a TV toma muito tempo, porém, isso não quer dizer que você não está fazendo outras coisas; no estúdio musical não tem uma câmera mostrando o ensaio", explica ele.

Com tantos projetos, no entanto, Thaíde ainda tem tempo de sonhar: "Gostaria muito de fazer um programa musical. No estilo de Raul Gil, Chacrinha, Bolinha, Carlos Imperial, com auditório, misturando atrações consagradas e novas promessas. A TV brasileira não acredita mais na música e eu acho que eles estão redondamente enganados, comendo bola, aquelas inchadas". Haja tempo e disposição para percorrer tantas estradas.


http://emais.estadao.com.br/noticias/tv,thaide-e-mariana-weickert-tem-seus-caminhos-cruzados-pela-televisao,10000026842

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Mari Weickert: Enfrentamos as dificuldades juntos


Apresentadora revela parceria que tem com os produtores e os câmeras


A apresentadora Mariana Weickert revelou que passar por diversas situações junto ao produtor e ao operador de câmera cria um clima de intimidade muito intenso.

"Em A Liga não dá para redigir um roteiro e seguir. A gente brinca que aqui é a rua. No geral, saímos eu, um câmera e um produtor. A gente se olha, é parceria, enfrentamos as dificuldades juntos e tentamos extrair o melhor conteúdo disso", contou ao band.com.br.

"Não tem como premeditar o que vai acontecer. A equipe é extremamente reduzida para que a gente consiga se aproximar da realidade do entrevistado ou daquela vivência. É também por isso que não tem segurança. Não quero me afastar do entrevistado, não quero ninguém no meio", completou a repórter.

Segundo Mari, essa proximidade da pauta pode ser assustadora. "Eu já me senti acuada, ameaçada inúmeras vezes. Mas é o meu time: eu, meu câmera e meu produtor. Às vezes, a gente sai de uma gravação e tem noção de que a gente poderia ter morrido. Por isso, a gente respira e toma uma cerveja juntos. Nunca voltamos para casa sem ter um 'descarrego' juntos. A gente respira, fala do que viveu... Viramos muito parceiros um do outro, por isso que a gente fica tão próximo das pessoas do time. Porque aquilo que vivemos ficará marcado em nós para sempre", explicou.

Mariana Weickert também falou sobre a recepção do público, que a vê positivamente como uma representante do gênero feminino em A Liga. "Fico extremamente honrada de ser enxergada dessa maneira. Claro que eu sofro estereótipos, como inconscientemente eu acabo estereotipando. O mundo da moda fez parte da minha vida e sempre vai fazer, porque ele fez parte da minha formação. Eu me tornei mulher no meio do mundo da moda. Eu sempre vou ter incrustado isso em mim – para o bem e para o mal. Mas eu sou muito feliz com as minhas vivências", garantiu.


http://entretenimento.band.uol.com.br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Band define estreia de “A Liga”










A Band definiu para a próxima segunda-feira (18) a estreia da nova temporada de “A Liga”, que volta ao ar com novidades no elenco.

Na sexta leva do jornalístico, a ex-”Casseta & Planeta” Maria Paula será vista como repórter. Ela foi contratada pelo canal paulista para o programa após passar os últimos anos fora da TV.

“A Liga tem uma característica muito diferente dos outros programas jornalísticos. Não é careta, não tem uma abordagem convencional. É sem anestesia, vai direto ao ponto”, avalia a atriz.

Além dela, reforça o time Guga Noblat, ex-”CQC” que foi remanejado pela Band após o cancelamento do humorístico que no ano passado foi liderado por Dan Stulbach. Presentes nas temporadas anteriores, Thaíde e Mariana Weickert seguem em “A Liga”.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Mariana Weickert: beleza e alto-astral em looks superfemininos






Já se passaram dez anos desde que a catarinense deixou as passarelas. Era 2005 e, à época, Mariana Weickert estava no auge da carreira. Corajosa, fez uma bem-sucedida troca – basta dar uma olhada no currículo de apresentadora, que impressiona tanto quanto o de ex-modelo que emprestou a beleza para grifes como Chanel e Louis Vuitton. “Vim passar uma temporada no Brasil e não voltei mais”, conta. Desde então, Mariana é figurinha fácil nas semanas de moda brasileiras da maneira que ela mais gosta: de microfone nas mãos e na frente das câmeras. Começou no time do GNT Fashion e, hoje, é a atual âncora da transmissão do SPFW no canal. Apresentou também o Vamos Combinar, programa de moda exibido de 2013 a 2014, e o reality Desafio da Beleza, em 2014, ambos no GNT.



No jornalístico A Liga, da Band, Mari mostrou sensibilidade, bom humor e faro apurado para contar histórias reais que vão além do universo fashion. “Apesar de estar sempre ligada à moda, costumo dizer que sou do entretenimento. É ele que me encanta”, conta ela, que, no ano passado brilhou ao apresentar o Miss Brasil 2015, na Band, e, agora, se prepara para estrear, no próximo mês, a segunda temporada de S.O.S – Salvem o Salão, do GNT. Simpática, Mariana mostra um lado durona no reality. “Dou bronca porque quero que o sonho da pessoa dê certo. Mas também me emociono e vibro junto. Amo ser apresentadora por isso: posso ser eu mesma”, diz. “Já durante a cobertura de moda, fico totalmente focada no trabalho. Aí as pessoas me param para perguntar do que mais gostei e não sei responder, porque simplesmente não tenho tempo de assistir a nada. Nem aos desfiles dos amigos! Só no final paro para ler as notícias”, justifica.


Quem acompanha Mariana na TV também sabe que seus figurinos são de fazer qualquer fashionista suspirar. “Tudo obra dos meus stylists.” Aliás, o segredo do sucesso de seus looks, segundo ela, é ter pessoas de bom gosto à sua volta. “Uso de tudo e não tenho frescura com roupa”, afirma. No dia a dia, Mari faz a linha descolada com toques fashionistas. “A moda é parte do meu trabalho, e não o que me move na vida. Ao me vestir, penso em estar confortável, bonita e de acordo com as ocasiões. Se tenho um compromisso de manhã, por exemplo, prefiro gastar meu tempo dormindo ao máximo do que montando uma superprodução. Meu lema é conforto!”, revela. Uma combinação sexy? “Camisa larga e jeans rasgado rendem um look surpreendente”, diz.


Descendente de alemães, Mari tem traços fortes e uma beleza considerada exótica. A personalidade, porém, é tipicamente brasileira: extrovertida, espontânea, solar e de bem com a vida, como foi o clima do ensaio que você confere aqui. Nossa proposta não poderia ser diferente: um guarda-roupa leve, elegante e descomplicado, como pedem os dias quentes do alto verão. Aproveite!


terça-feira, 1 de março de 2016

Sucesso no “MasterChef”, Erick Jacquin vai apresentar programa com Mariana Weickert na Band

http://marianaweickert.blogspot.com/



Erick Jacquin, o famoso chef francês do “MasterChef Brasil”, acumulará mais uma função na Band e será promovido ao posto de apresentador.

O cozinheiro, que é jurado das versões infantil e adulta do reality show, vai comandar ao lado de Mariana Weickert uma nova atração da casa, o “Bate Volta”.

A propósito, segundo a coluna de Flávio Ricco, a ideia da Band é lançar o programa quando a terceira temporada do “MasterChef” estiver próxima do fim, entre setembro e outubro.

A ideia é que o formato gastronõmico ajude na divulgação do projeto, que consiste em unir personalidades com estilos de vida diferentes. Luan Santana, Preta Gil, Joelma, Tati Quebra-Barraco, Glória Kalil, Wanessa e Gusttavo Lima estão dentre os cotados para participar do “Bate Volta”.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Band prepara quarteto para nova temporada de "A Liga"

http://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2016/02/18/band-prepara-quarteto-para-nova-temporada-de-a-liga.htm







A próxima temporada de "A Liga" na Bandeirantes poderá reunir dois casais no time de repórteres.
É que além dos confirmados Mariana Weickert, Thayde e a ex-casseta Maria Paula, existe a possibilidade da entrada de Felipe Solari, ex-"Legendários", no grupo.

Ele gravou testes e poderá ser o quarto integrante do programa, mas não se descarta também apostar em um nome ainda desconhecido da televisão.

A nova temporada de "A Liga" ainda não tem previsão de estreia na Band.


Por; Flávio Ricco
Colunista do UOL*




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

MARIANA WEICKERT

http://www.svrevista.com.br/sv2015/2008/12/01/mariana-weickert/






Ela já figurou entre as modelos mais requisitadas do país. Participou de desfiles em Paris, Milão, Londres e Nova York, já desfilou para grifes como Alexander McQueen, Marc Jacobs, Givenchy, Louis Vuitton, Versace, Armani, entre outros. Já fez editoriais e capas para a “W”, “The Face”, “Visionaire”, “FAB Magazine”, “Vogue” inglesa e “Vogue” América. Em 2001 ilustrou o mês de maio do badalado calendário Pirelli, fotografada por Mario Testino. Apresentou programas na MTV Brasil e atualmente apresenta o programa GNT Fashion, ao lado da jornalista de moda Lilian Pacce, no canal a cabo GNT.



Por Vanessa Endringer



É muito comum vê-la de bom humor nos corredores da Bienal, local que sedia o São Paulo Fashion Week. Ela diz que está se descobrindo cada vez mais como apresentadora, e que a vida está indo de “vento em popa” depois que tomou a decisão de voltar a morar no Brasil. Hoje, além de modelo e apresentadora, ela também virou empresária, já que inaugurou há dois meses marca Alór, especializada em moda praia. A grife de biquínis é uma parceria dela com amiga Francine Taulois.



SVR: Mariana, qual é a sua profissão hoje? Você deixou de ser modelo ou você TAMBÈM é apresentadora, modelo, empresária, enfim, como você se define?

Mariana Weickert: Eu acho que não tem uma definição. Eu não tenho um status certo, um rótulo. Eu faço o que ma agrada, o que me deixa feliz. Eu estou fazendo essas matérias aqui no SPFW que são ótimas, e eu me divirto muitíssimo. Faço os desfiles, estou no GNT Fashion, então eu estou realizada. Mas eu não consigo definir numa palavra só, numa profissão só


SVR: Como está a sua atuação no GNT Fashion? Você entrou fazendo uma participação e hoje já conquistou um espaço maior. Você está se realizando nesta área?

MW: Eu acho que é uma resposta de um trabalho que é feito com toda a equipe, com toda a direção do canal, a direção do programa. Eu estou muito feliz. É extremamente gostoso. Eu costumo dizer que quem entende de moda de fato é a Lílian (Pacce). Eu entendo do mundo da moda. Então eu tento passar isso para as pessoas. Deixar de uma forma mais acessível. Eu tento trazer para a realidade o nosso meio, o nosso mundo: gírias, o jeito de se vestir, de se tratar.E está sendo muito legal. A resposta está sendo extremamente positiva.

SVR: Você deve ter uma abertura muito grande com os maquiadores, com os próprios modelos. Eu acho que você consegue levar isso de uma forma muito mais verdadeira para a televisão exatamente por você viver nesse meio.

MW: Ai, que bom!!!! Obrigada, isso é um mega elogio! É isso que eu tenho que fazer, na verdade. É isso que me foi proposto desde o início, quando eu assinei o contrato: eu tenho que ser eu mesma em todos os momentos. Foi o que me aguçou, o que me deu vontade mesmo de fazer, porque ter que brincar de fazer um personagem, ter que atuar, de fazer uma reportagem padronizadinha, eu não iria conseguir.



SVR: Você está morando aqui em SP, deixou seu apartamento em Nova Iorque. Como está esta questão de viagens a trabalho como modelo?

MW: Eu estou há quatro anos em SP. Até li em uma matéria e achei muito bonitinho outro dia, quando falaram que “não foi a moda que me deu tchau e sim eu que dei tchau à moda”.

SVR: E isso é verdade?

MW: É porque eu fiquei em Nova Iorque seis anos. Eu vim pra participar de um SPFW para ficar cinco dias e nunca mais voltei. Eu fui postergando a minha volta, adiando, adiando, eu não tive coragem de dizer: “Ah! Cansei!”. Até que eu fiquei aqui seis meses, aí fiz a minha mudança inteira por telefone, botei tudo num contêiner e peguei no Porto aqui, e não voltei pra lá nem pra fazer mudança. Eu peguei um “asco”, sabe? Eu tinha uma personalidade diferente, eu era uma pessoa diferente em Nova Iorque. Eu sou muito dependente de pessoas e lá é um lugar extremamente impessoal, eu não era feliz.Então, decidi que a minha felicidade custa bem caro e eu paguei caro pela minha paz, então eu vim.



SVR: E agora, quais são seus projetos daqui pra frente?

MW: Continuar do jeito que está, já que eu estou mais feliz do que nunca! Quero continuar em busca da minha felicidade, em centrar a minha vida, tentar ter a minha rotina, poder planejar a vida que nessa loucura de viagem não dá.

SVR: O que é ruim na vida de uma modelo?

MW: São as viagens, a inconstância, a falta de planejamento, a rotina zero, estar longe das pessoas de que você mais gosta. As pessoas dizem que a profissão termina aos 30 anos, 35, sempre rotulam um número, mas são as meninas que param antes, porque é tão concentrada a profissão, você vive aquilo tão intensamente, que chega uma hora que, bem sinceramente, enche o saco!



SVR Rapidinhas:

SVR: Um prato preferido?

Arroz e feijão.

SVR: Uma viagem inesquecível?

Quando fui para uma pousada no sul do Pará, no meio da selva amazônica e não tinha nada mais. Foi ótimo!

SVR: Um desfile que foi marcante na sua carreira?

Alguns: Gucci, Versace, Valentino… e todos de alta costura.

SVR: Última compra?

Um vestido da Belu…na verdade eu nem comprei ainda, mas eu já considero meu, ahahahah.